quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Classmates: rede social guarda fotos de famosos nos tempos de colégio

O site Classmates, reconhecido por muitos como a primeira rede social da Internet, reúne fotos dos tempos de High School de dezenas de celebridades americanas e canadenses - países em que a plataforma é ativa. Criado em 1995, o site se mantém graças ao sentimento nostálgico dos internautas e, claro, da curiosidade. Celebridades da TV e do cinema, modelos e até presidentes: veja fotos de famosos como Meg Ryan, George Clooney e Bill Clinton no melhor estilo High School.
celebridades classmates (Foto: celebridades classmates)Meg Ryan, George Clooney, Bruce Willis e Cindy Crawford são famosos que estão nos yearbooks do Classmates (Foto: Reprodução/Tassia Moretz)
O que são os Yearbooks?
Na cultura norte-americana, a publicação dos yearbooks é uma tradição – trata-se de um tipo de anuário que registra a vida acadêmica dos alunos de determinada turma em um ano letivo. Nesse livro há fotos e nomes de todos os alunos de cada instituição. Nele, diversos eventos são registrados, como jogos de basquete, futebol americano, reuniões de clubes de teatro, de música e de artes. Há menções honrosas e eleições, como o “palhaço da turma”, “mais belos” e “mais populares”. 
Tudo para não deixar o ano escolar passar em branco, marcá-lo na história, como uma tentativa de promover um “espírito de equipe" entre os estudantes. Os registros podem servir para reunir colegas de classe, que promovem reencontros e matam a saudade. 
Qual é a sua rede social favorita? Opine no Fórum do TechTudo. 
Quem tem um anuário também tem a chance de encontrar algumas surpresas, afinal, é possível que o antigo colega de classe do passado, aquele que se sentava na carteira ao lado, seja hoje uma estrela. 
Ao digitalizar os yearbooks, a rede social Classmates permitiu aos usuários do site encontrar algumas dessas preciosidades acadêmicas. São fotos e registros de estudantes do passado, que se tornaram astros do cinema e da TV, cineastas, músicos, modelos, apresentadores, e até presidentes. 
O TechTudo garimpou diversos yearbooks e fez uma seleção de alunos comuns que hoje são extraordinários. Veja a seguir:
Bruce Willis
Bruce Willis Bruce Willis (Foto: Bruce Willis Bruce Willis)No topo à direita, o ator Bruce Willis (Foto: Reprodução/Tassia Moretz)


O ator Bruce Willis estudou na turma de 1973, da Penns Grove High School Carneys Point, em Nova Jérsia (EUA). No futuro, Willis pensava em ser “delirantemente feliz ou um tocador de gaita profissional”.
Cameron Diaz 
Cameron Diaz (Foto: Cameron Diaz)Líder de torcida na arquibancada: a atriz Cameron Diaz, à direita, no topo, segura o pompom (Foto: Reprodução/Tassia Moretz)
Em 1988, a atriz Cameron Diaz era líder de torcida na Long Beach Polytechnic High School, na Califórnia (EUA).
George Clooney
George Clooney  (Foto: Reprodução)Carismático, o ator George Clooney aparece entre os colegas de turma (Foto: Reprodução/Tassia Moretz)
George Clooney fez parte da turma de 1979, da Augusta High School, em Arkansas (EUA).
Julia Roberts
Julia Roberts (Foto: Julia Roberts)A atriz Julia Roberts, no topo à direita, entre a turma de sêniors da escola (Foto: Reprodução/Tassia Moretz)
A atriz Julia Roberts estudou na Campbell High School, em Geórgia (EUA). Ela foi da turma de 1985.
Meg Ryan
Meg (Foto: Meg)Meg Ryan, no topo à direita, era uma aluna dedicada, que gostava de rock and roll (Foto: Reprodução/Tassia Moretz)


Meg Ryan foi da turma de 1979, da Bethel High School, em Coneticute (EUA). Em seu yearbook, ela citou letra da música “Doing It All Again”, de Roger Daltrey, vocalista da banda “The Who”.
Sandra Bullock
Sandra Bullock (Foto: Sandra Bullock)No centro da página esquerda do yearbook, a atriz Sandra Bullock aparece sorridente (Foto: Reprodução/Tassia Moretz)



Sandra Bullock estudou na Washington-Lee High School, em Virgínia (EUA), em 1982. Ela foi líder de torcida.
Bill Clinton
Bill Clinton (Foto: Bill Clinton)Abaixo e à direita, o ex-presidente Bill Clinton entre os colegas da banda da escola (Foto: Reprodução/Tassia Moretz)


Em 1963, o ex-presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton, estudava na Hot Springs High School, no Arkansas (EUA). No anuário, ele estava entre os alunos da banda da escola homenageados por atividades notórias.
George W. Bush
Bush (Foto: Bush)George W. Bush, ex-presidente dos Estados Unidos, no topo da página esquerda do yearbook (Foto: Reprodução/Tassia Moretz)



O ex-presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, estudou na Phillips Academy, em Massachusetts. Ele foi da turma de 1964.
Cindy Crawford
Cindy Crawford (Foto: Cindy Crawford)A supermodelo Cindy Crawford, na página direita, queria fazer engenharia computacional (Foto: Reprodução/Tassia Moretz)

Em 1984, a supermodelo Cindy Crawford pensava em fazer engenharia computacional. Ela estudou na Dekalb High School, em Illinois.
Ellen De Generes
Ellen (Foto: Ellen)Ellen De Generes entre os colegas de turma, no yearbook, na página da direita (Foto: Reprodução/Tassia Moretz)



Apresentadora do Oscar e autora do selfie mais popular do mundo, Ellen De Generes fez parte da turma de 1976 da Atlanta High School, que fica no Texas (EUA).

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Projeto de 'pato' gigante capta energia solar e pode abastecer cidade

Artistas e designers britânicos projetaram escultura flutuante que capta energia solar para gerar eletricidade de maneira sustentável. O monumento, com altura de 12 andares, tem o formato de um pato gigante e capacidade para até abastecer, aproximadamente, uma cidade. O "Energy Duck", como foi batizado, seria instalado como atração turística no porto de Copenhague, na Dinamarca. A capital pretende neutralizar a emissão de carbono até 2025.
Energy Duck, escultura gigante que capta energia solar (Foto: Divulgação/Land Art Generator Initiative)Energy Duck, escultura gigante que capta energia solar (Foto: Divulgação/Land Art Generator Initiative)
A iniciativa tem a intenção de criar, na sociedade, mais consciência sobre a preservação do meio ambiente. A escultura seria construída em aço leve e coberta por painéis solares, colocados na parte superior do "pato". Além disso, seria possível visitar a escultura por dentro e observar a paisagem do lado de fora. A iluminação interna durante o dia ficaria a cargo da luz solar, que entraria pelas frestas entre as placas. Já à noite, o trabalho seria executado por lâmpadas LED que mudam de cor.
Como seria o pato flutuante visto à noite (Foto: Divulgação/Land Art Generator Initiative)Como seria o pato flutuante visto à noite (Foto: Divulgação/Land Art Generator Initiative)
O funcionamento do modelo se daria da seguinte forma: a energia captada é armazenada na "barriga" do "pássaro aquático", graças à natureza flutuante do projeto, em virtude das diferentes elevações de água dentro e fora do monumento. Quando a energia tiver de ser distribuída, a base do pato é inundada para gerar a eletricidade necessária à transmissão por uma rede elétrica nacional. O caminho é o mesmo usado pelo painel fotovoltaico para produção da eletricidade.
Por que o estabilizador estala? É algum defeito? Confira no Fórum do TechTudo.
Com base no protótipo, o gerador teria rendimento energético de 75% do produzido por uma fazenda solar instalada no mesmo local. A escultura também é adaptável a qualquer situação, e seu tamanho altera a capacidade de abastecimento. Uma estrutura de 40 metros serve uma cidade, uma de 20 metros é suficiente para uma aldeia, uma de 4 metros atende a uma casa individual, e assim por diante.
Esquema de funcionamento do Energy Duck (Foto: Divulgação/Land Art Generator Initiative)Esquema de funcionamento do Energy Duck (Foto: Divulgação/Land Art Generator Initiative)
As cabeças por trás do projeto são os artistas Hareth Pochee, Adam Khan, Louis Leger e Patrick Fryer. Eles desenvolveram o esboço para uma competição promovida pela Land Art Generator Initiative, instituição que tem por objetivo integrar a arte com o design sustentável para criar soluções de energia limpa.

terça-feira, 12 de agosto de 2014

'Zuckerberg italiano' vai lançar nova rede social no Brasil em outubro

Matthew Achilli, fundador da rede social Egomnia, vem ganhando status de "Zuckerberg Italiano" a cada passo de sucesso conquistado pelo seu site. Aos 22 anos, o jovem quer abrir um escritório no Brasil e traduzir todo o conteúdo para o português. Com 330 mil membros e quase 800 empresas cadastradas, a plataforma tem recursos que lembram muito o LinkedIn e chega completa em outubro.
Atualmente, quem acessa o endereço egomnia.com no Brasil, encontra o site internacional, em inglês, com uma mensagem sobre o lançamento no país. Interessados também podem cadastrar um endereço de e-mail para receber novidades. Dentro de dois meses, o site chega completo, com versão móvel e desktop. Já os aplicativos para iOS (iPhone) e Android ficaram para os próximos meses. 
Matthew Achilli, o fundador da rede social Egomnia, na revista italiana Panorama (Foto: Divulgação/Egomnia)Matthew Achilli, o fundador da rede social Egomnia, na revista italiana Panorama (Foto: Divulgação/Egomnia)

Embora esteja sendo frequentemente comparado ao fundador do Facebook, o Egomnia lembra muito o LinkedIn. O site cria perfis profissionais para estudantes e graduados e os coloca em conexão com empresas que buscam por serviços de recrutamento para vagas. O diferencial, segundo Achilli, é uma espécie de ranking disponível no perfil do candidato com suas habilidades. A empresa que contrata o Egomnia tem direito a um software que permite organizar suas equipes e vagas.
Encaro o Egomnia como uma fusão entre o Facebook e o Linkedin. O alvo são os jovens talentos. 
Matthew Achilli
Ao TechTudo, Achilli deu mais detalhes sobre a chegada do site ao país em um momento em que a busca por empregos e o recrutamento para grandes eventos esportivos pode alavancar novos cadastros. O fundador também contou um pouco da história do Egomnia na Itália, seu país de origem. 
TechTudo: Como e quando nasceu o Egomnia?
Matthew Achilli: A ideia do Egomnia surgiu em janeiro de 2011. Eu estudava na periferia de Roma, cidade onde nasci e, junto com os meus amigos de turma, deveríamos escolher a universidade em que iríamos estudar. Um dia, uma colega chegou com um documento que mostrava a classificação das melhores faculdades da Itália. Percebi que todos os meus amigos eram influenciados na escolha de suas universidades pela posição que elas estavam nesse ranking.
Imediatamente, pensei que, se existisse uma classificação de estudantes, as empresas teriam os mesmo beneficios ao consultar os melhores candidadatos. Decidi criar um site que, usando um potente algoritmo, atribuisse um nota aos currículos, criando um ranking para ajudar no recrutamento de pessoal.
Sem dinheiro [para desenvolver], chamei um jovem desenvolvedor para fazer e a primeira versão do site foi concluída em março de 2012, quando fui transferido para Milão para estudar Economia, na Universidade de Luigi Bocconi. 
TT: Qual é o tamanho da rede social hoje?
MA: Eu esperava poucos usuários no Egomnia, porque não tinha muito dinheiro para o marketing. Mas, depois de colocar o site online, a rede foi extremamente bem sucedida. Só no primeiro dia, se inscreveram mais de mil pessoas e 20 empresas. No primeiro mês, foram 15 mil e em pouco mais de dois anos, tínhamos mais de 330 mil inscritos e 800 companhias somente na Itália. 
Perfil de Matthew Achilli, fundador do Egomnia (Foto: Reprodução/Instagram/MatthewAchilli)Perfil de Matthew Achilli, fundador do Egomnia (Foto: Reprodução/Instagram/MatthewAchilli)
A Egomnia faturou centenas de milhares de euros [com serviços premium] o que me deu o status de mais famoso jovem empreendedor italiano do mundo, graças aos artigos da Business Insider e da BBC. Na BBC, participei do documentário "The Next Billionaires". Até o momento, mais de 100 mil pessoas fora da Itália estão pedindo acesso ao site.

TT: De onde veio o nome "Egomnia"?

MA: O nome é um neologismo latino que veio da fusão entre a palavra "ego" e "omnia", que significam "eu" e "todas as coisas". Encontrei o nome por meio do Google Tradutor, traduzindo do italiano para o latim as palavras que me vinham à mente. Queria buscar um nome próprio para a minha plataforma, como Google ou Yahoo. Egomnia é um ótimo resultado, traz com ele minhas raízes latinas.

TT: Em quais países a rede social já está funcionando?

MA: O Egomnia está presente apenas na Itália, onde já encontrou trabalho para centenas de pessoas e tem ajudado milhares a entrar em contato com as empresas. Muitas delas estão entre as maiores do mundo. Em outubro, lançaremos a plataforma mundialmente. No entanto, estamos fisicamente presentes [com escritórios] na Itália e no Brasil, com sede em São Paulo.

TT: Podemos testar o Egommia no Brasil?
MA: Por enquanto, o site é acessível apenas na Itália, devido a um posicionamento estratégico. Mas, chegaremos ao Brasil em outubro.
TT: Em que pontos o Egomnia se aproxima e se difere do Facebook?

MA: Encaro o Egomnia como uma fusão entre o Facebook e o Linkedin. Ele ajuda os jovens talentos a encontrar emprego ou estágio devido a um algoritmo potente que os coloca em contato com as melhores empresas do mundo. Apesar de focar nos jovens, a plataforma está aberta a todos.

Como se apresentar bem no LinkedIn?
 Veja dicas no Fórum do TechTudo.

TT: Qual é o tamanho da empresa?

MA: Temos mais de 20 funcionários e esse número continua a crescer. São milhares de pessoas sendo colocadas em contato com as empresas e centenas que têm encontrado emprego. Estamos deixando uma bela mensagem para a Itália, que está vivendo um momento de crise, e para o mundo inteiro.

TT: Quais são os planos do Egomnia no Brasil?

MA: Temos entrado em contato com algumas das mais importantes comunidades estudantis e de jovens empreendedores, com fundo de investimento e com diversas multinacionais. O objetivo é nos apresentarmos no Brasil já com alguns grandes clientes que utilizam a plataforma para atividades de recrutamento e "employer branding". Sabemos que o produto é válido e estamos seguros de que ele será apreciado pelos brasileiros.

TT: Você tem sido chamado de Mark Zuckerberg italiano. O que pensa sobre isso?
MA: A Itália é famosa no mundo pela comida e pela moda, mas não temos uma cultura digital forte. O fato de que no mundo há muita gente falando de um garoto italiano que está fazendo sucesso na Internet e no meio digital me enche de alegria e enche de alegria também os outros italianos.
Perfil de Matthew Achilli, fundador do Egomnia, e equipe com bandeira do Brasil (Foto: Reprodução/Instagram/MatthewAchilli)Matthew Achilli, fundador do Egomnia, segurando camisa do Brasil (Foto: Reprodução/Instagram/MatthewAchilli)
Tornar-se o símbolo de uma jovem empresa italiana permite que eu seja um exemplo para muitos outros jovens que vendo a minha história de sucesso se sintam motivados e inspirados. Não vou esconder que, no futuro, gostaria de não ser famoso por ser o "Mark Zuckerberg italiano", mas para ser "Matthew Achilli, o fundador do Egomnia".

TT: Qual é a sua história profissional?
MA: Esta [o Egomnia] é a minha primeira experiência profissional. Comecei a trabalhar no Egomnia aos 19 anos. Hoje tenho 22 e o que ele é atualmente é pleno resultado do meu trabalho. A sociedade já foi avaliada em cinco milhões de euros, mas acredito que já valha muito mais.
TT: Você tem um recado para os brasileiros?
MA: O Brasil está vivendo um período de crescimento maravilhoso e é uma das metas mais desejadas no exterior. Na Itália, se fala muito sobre o Brasil. Aproveitamos esse momento para criar um sistema forte que ajuda o empreendedorismo, os investimentos estrangeiros e o trabalho. Eu vejo no Brasil um dos candidatos a estar entre as maiores potências do mundo e os brasileiros devem ter consciência disso.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Guia de smartphones: confira os lançamentos de julho de 2014

Julho foi um mês de poucos, mas interessantes, lançamentos no Brasil e no mundo. Por aqui, o LG G3 e sua tela com resolução QHD (1440p) são a aposta da empresa para atrair os consumidores brasileiros. Já lá fora, a Microsoft apresentou o Lumia 530, com Windows Phone 8.1 e a promessa de preço baixo para tentar repetir o sucesso do Lumia 520. Conheça essas e outras novidades do mês.
Lançamentos no Brasil
LG G3
O G3 é o novo top de linha da LG que desembarcou no Brasil com uma tela de 5,5 polegadas com a altíssima resolução 2K (1440p), botões traseiros, Android 4.4.2 (KitKat) com assistente virtual próprio e teclado renovado. Há ainda uma câmera traseira de 13 megapixels com foco a laser, gravação em 4K (2160p) e estabilização OIS, enquanto o sensor frontal tem 2,1 megapixels com abertura maior, reconhecimento de gestos e tratamento especial para selfies.
LG G3 é um top de linha com Andorid KitKat e tela com resolução 2K (Foto: Divulgação/LG)LG G3 é um top de linha com Andorid KitKat e tela com resolução 2K (Foto: Divulgação/LG)
O top de linha da LG traz ainda um processador quad-core Snapdragon 801 de 2,5 GHz, 2 GB de RAM e 16 GB de armazenamento interno, com suporte a microSD de até 128 GB. A bateria possui 3.000 mAh e as conectividades são 4G, 3G, Wi-Fi, Bluetooth, NFC e Infravermelho. O LG G3 está disponível no Brasil por preço sugerido de R$ 2.299 em um pacote que acompanha um dock de carregamento sem fio.
Positivo S440 é um aparelho de entrada com Android KitKat e câmera frontal (Foto: Divulgação/Positivo)Positivo S440 é um aparelho de entrada com Android KitKat e câmera frontal (Foto: Divulgação/Positivo)
O S440 é um aparelho de entrada da Positivo equipado com Android 4.4 (KitKat), tela de 4 polegadas com resolução de 800 x 480 pixels, câmera traseira de 5 megapixels e frontal VGA. Há ainda um processador dual-core de 1,3 GHz, 512 MB de memória RAM, 4 GB para armazenamento interno e entrada para cartão de memória de até 32 GB. As conectividades são Wi-Fi, 3G, Bluetooth e o aparelho traz entrada para dois chips de operadoras. O preço de lançamento é de R$ 469.
Destaques Internacionais
Lumia 530 traz Windows Phone 8.1, processador quad-core e função dual-chip (Foto: Divulgação/Microsoft)Lumia 530 traz Windows Phone 8.1, processador quad-core e função dual-chip (Foto: Divulgação/Microsoft)
O Lumia 530 é o novo smartphone de entrada da Microsoft, equipado com Windows Phone 8.1 Cyan, tela de 4 polegadas com resulção de 854 x 480 pixels e câmera traseira de 5 megapixels com gravação em 480p. Há ainda o processador quad-core Snapdragon 200 de 1,2 GHz, 512 MB de memória RAM e 4 GB de armazenamento interno, com entrada para cartões de memória de até 128 GB. Há ainda a bateria de 1.430 mAh, opção dual-chip e as conectividades 3G, Wi-Fi e Bluetooth. O Lumia 530 deve chegar ao Brasil até o fim de setembro, ainda sem preço divulgado.
Qual é o melhor smartphone dual-chip? Confira no Fórum do TechTudo
O Galaxy S5 mini é uma versão mais simples e modesta do top de linha da Samsung, equipado com Android 4.4.2 (KitKat), tela de 4,5 polegadas HD (720p), câmera traseira de 8 megapixels com gravação Full HD (1080p) e frontal de 2,1 MP. Há ainda um sensor de batimentos cardíacos na parte traseira e um leitor de impressões digitais para desbloqueio e pagamentos.
Galaxy S5 mini tem Android KitKat, sensor de batimentos cardíacos e leitor de impressões digitais (Foto: Divulgação/Samsung)Galaxy S5 mini tem Android KitKat, sensor de batimentos cardíacos e leitor de impressões digitais (Foto: Divulgação/Samsung)
Nas especificações, o S5 mini traz um processador quad-core de 1,4 GHz, 1,5 GHz de memória RAM e 16 GB de armazenamento interno, com entrada para cartão de memória e até 64 GB. Estão presentes também a bateria de 2.100 mAh e as conectividades 4G, 3G, Wi-Fi, NFC, Bluetooth e Infravermelho. Ainda não há previsão de chegada ao Brasil e nem preço de lançamento divulgado.
Xperia C3 é um smartphone da Sony voltado para os selfies, com câmera frontal de 5 megapixels com um inédito flash LED para ambientes com baixa luminosidade. Há ainda uma tela de 5,5 polegadas com resolução HD (720p), Android 4.4.2 (KitKat) e sensor traseiro de 8 MP com gravação em Full HD.
Xperia C3 é um smartphone da Sony votado para selfies com câmera frontal e flash LED (Foto: Divulgação/Sony)Xperia C3 é um smartphone da Sony votado para selfies com câmera frontal e flash LED (Foto: Divulgação/Sony)
Nas configurações, o C3 traz ainda um processador quad-core Snapdragon 400 de 1,2 GHz, 1 GB de RAM e 8 GB de armazenamento interno, com entrada para cartão de até 32 GB. Há ainda a bateria de 2.500 mAh e as conectividades 4G, 3G, Wi-Fi, NFC e Bluetooth. Não há previsão de lançamento no Brasil.
Galaxy Star 2 Plus é um aparelho de entrada da Samsung com Android KitKat e tela de 4,3 polegadas (Foto: Divulgação/Samsung)Galaxy Star 2 Plus é um aparelho de entrada da Samsung com Android KitKat e tela de 4,3 polegadas (Foto: Divulgação/Samsung)
O Galaxy Star 2 Plus é um smartphone de entrada da Samsung, equipado com Android 4.4.2 (KitKat), tela de 4,3 polegadas com 800 x 480 pixels e câmera traseira de 3,15 megapixels. O aparelho traz processador single-core de 1,2 GHz, 512 MB de RAM e 4 GB de armazenamento interno, com suporte a cartão de 32 GB. Há ainda uma bateria de 1.800 mAh e as conectividades 3G, Wi-Fi, Bluetooth. Não há preço ou previsão de lançamento para o Brasil.

domingo, 10 de agosto de 2014

Sony anuncia novas câmeras da linha Cyber-shot e modelo de action cam

Sony expandiu sua linha Cyber-shot e anunciou duas novas câmeras compactas: DSC-WX220 e DSC-W810. A fabricante também revelou a AS20, action cam destinada para quem gosta de esportes radicais. Os modelos DSC-WX220 e AS20 estarão à venda em agosto, nos Estados Unidos, por US$ 200 (R$ 400, em conversão direta). Já a máquina DSC-W810 chega ao mercado norte-americano em setembro, por US$ 100 (R$ 200, sem impostos).
Sony Cyber-shot DSC-WX220 (Foto: Divulgação/Sony) (Foto: Sony Cyber-shot DSC-WX220 (Foto: Divulgação/Sony))Sony Cyber-shot DSC-WX220 (Foto: Divulgação/Sony)
A câmera de bolso DSC-WX220 traz tela de 3 polegadas, acompanhada de um sensor Exmor R CMOS de 18,2 megapixels e lente G com zoom óptico de 10 vezes. Ela capta vídeos em Full HD (1080/60p), com recurso de estabilização de imagem para gravação SteadyShot.
O processador é um Bionz X, que integra a lista de especificações junto com as concetividades Wi-Fi, HDMI (mini) e NFC. Os arquivos podem ser transferidos para dispositivos com sistemas Android e iOS. O produto estará disponível nas cores preta e dourada.
Já o modelo DSC-W810, oferecido na cor prata, tem sensor CCD de 20,1 megapixels e zoom óptico de 6 vezes, com display de 2,7 polegadas. Ele grava vídeos em HD a 720p, função que pode ser realizada a partir de um botão à parte, dispensando o uso dos menus.
Sony Cyber-shot DSC-W810 (Foto: Divulgação/Sony) (Foto: Sony Cyber-shot DSC-W810 (Foto: Divulgação/Sony))Sony Cyber-shot DSC-W810 (Foto: Divulgação/Sony)

A câmera de ação AS20 também conta com SteadyShot, um estabilizador de imagem eletrônico, para reduzir o tremor de captura. Ele é importante para quem pretende utilizar a máquina em movimento, pedalando de bicicleta ou com o equipamento preso ao capacete. O produto apresenta lente Zeiss Tessar, mostrando campo de visão de 170 graus, microfones estéreos e sensor Exmor R CMOS retro-iluminado com captura de vídeo Full HD.
Sony Action Cam AS20 (Foto: Divulgação/Sony) (Foto: Sony Action Cam AS20 (Foto: Divulgação/Sony))Sony Action Cam AS20 (Foto: Divulgação/Sony)

Os modelos Cyber-shot já eram vendidos no mercado europeu, mas a disponibilidade em novo país pode significar que a companhia pretende lançá-los em breve em outros lugares. No entanto, ainda não há informação sobre a chegada das câmeras ao Brasil.

sábado, 9 de agosto de 2014

Adaptador ativa qualquer lâmpada com a voz, sem necessidade de Wi-Fi

Lâmpadas inteligentes estão ganhando espaço no mercado, mas um novo gadget pretende deixá-las no passado. O Vocca é um adaptador para lâmpadas comuns capaz de ligá-las e desligá-las usando um comando de voz enviado pelo usuário, sem precisar de conexão Wi-Fi ou qualquer outro equipamento pareado para funcionar.
Produto se conecta a qualquer lâmpada e as ativa via comandos de voz (Foto: Reprodução/Kickstarter)Produto se conecta a qualquer lâmpada e as ativa via comandos de voz (Foto: Reprodução/Kickstarter)
O adaptador deve ser encaixado entre a fonte de energia a lâmpada e é capaz de "ouvir" o usuário, graças a um microfone integrado. O aparelho reconhece dois comandos, usando um chip de reconhecimento de voz para ativar ou desativar a lâmpada conectada.
Qual o tempo de vida de um monitor LCD? Veja no Fórum do TechTudo
O conjunto simples permite que o Vocca seja usado em qualquer dispositivo de luz. Além disso, os interruptores comuns da casa continuam funcionando, caso o usuário não deseje deixá-los de lado.
Vocca não requer Wi-Fi nem configuração. Basta enroscar a lâmpada e está pronta para uso (Foto: Reprodução/Kickstarter)Vocca não requer Wi-Fi nem configuração. Basta enroscar a lâmpada e está pronta para uso (Foto: Reprodução/Kickstarter)
A vantagem está claramente na facilidade de instalação e uso. Afinal, diferente de lâmpadas inteligentes, o Vocca não requer um hub conectado à Internet, um app no smartphone ou mesmo uma fonte de energia própria. Segundo os criadores, o usuário leva somente 1,5 segundos para ligar ou desligar as luzes com o gadget, contra 10,2 segundos usando uma SmartBulb, como a Philips Hue.
Para quem desejar mais poder de customização, o modelo Vocca Pro tem Bluetooth e acompanha um aplicativo para smartphone. Com ele, é possível criar até cinco comandos de voz para cada adaptador e adotar frases diferentes para cada conjunto de luzes da casa, por exemplo.
O gadget pede apoio na plataforma de crowdfunding Kickstarter e vem obtendo relativo sucesso até o momento. Com 54 dias para o final da campanha, já foram arrecadados US$ 28 mil (R$ 63,4 mil) dos US$ 40 mil (R$ 90,6 mil) pretendidos. O valor de pré-venda atual do modelo simples é US$ 39 (R$ 88), mais US$ 12 (R$ 27) de frete para o Brasil, sem contar ainda eventuais impostos. A entrega é estimada para dezembro.

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Antes do iPhone 6: Verizon apresenta smartphone com vidro de safira

Um novo smartphone super-resistente chegou ao mercado, e é o primeiro a trazer o vidro de safira - antes mesmo do iPhone 6. A operadora americana Verizon, em parceria com a Kyocera, apresentou nesta semana o Brigadier. Além do vidro, o aparelho conta com corpo robusto, que mistura metais e policabornato, no estilo da linha Active da Samsung.
O Kyocera Brigadier possui as certificações IP68 e 810G, que o tornam o mais resistente do mundo (Foto:Reprodução/GSMArena)O Kyocera Brigadier possui as certificações IP68 e 810G, que o tornam o mais resistente do mundo (Foto:Reprodução/GSMArena)
Apesar da carcaça bem trabalhada e resistente, as demais especificações do Brigadier não impressionam. O aparelho conta com um display HD (720p) IPS de 4,5 polegadas, processador Snapdragon 400, o mesmo do Moto G, e 2 GB de memória RAM. No quesito fotografia o gadget também não impressiona: o smartphone apresenta com um par de câmeras digitais frontal e traseira, de 2 e 8 megapixels, respectivamente.
O “super” smartphone da Kyocera possui a certificação IP68 e o padrão militar americano 810G. Isso significa que o Brigadier possui proteção contra infiltração de água doce e salgada, chuva, poeira, choques, vibrações, temperaturas extremas, baixa pressão e radiação solar. Apesar de tudo isso, a grande surpresa é mesmo a tela safira, que vinha sendo especulada para fazer sua estreia no iPhone 6.
A Verizon irá vender o Brigadier em versão única de 16 GB de armazenamento e com entrada para cartões microSD. Ele terá ainda suporte ao 4G, bateria de 3.100 mAh e sairá de fábrica com Android 4.4 KitKat. O preço? US$ 399,99 sem contrato ou US$ 99 com contrato de dois anos. A briga ficou feia para o lado do Galaxy S5 Active.